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[icon] Dancer in the Dark
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Current Music:Katy Perry - Last Friday Night
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Subject:Harry Potter e o Final Alternativo
Time:04:06 pm
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Olha o que minha amiga Patty me mostrou no site da uol!

A saga Harry Potter poderia ter acabado de maneira bem diferente – e surpreendente – caso J. K. Rowling não tivesse descartado a primeira versão do que escreveu para Relíquias da Morte. E, agora, é possível saber como teria sido.

Tudo graças a Greg Palast, um jornalista e escritor que se tornou amigo de Rowling justamente na época do lançamento do último livro de Potter, em 2007. Ambos tinham trabalhos na lista de mais vendidos e os filhos gêmeos de Palast eram grandes fãs da saga do bruxo, o que acabou aproximando os autores.

O escritor, que na época também escrevia para o jornal inglês The Guardian, disse que insistiu tanto que a amiga acabou contando a ele algumas de suas ideias não aproveitadas. Isso aconteceu em outubro de 2007, e ele explica que escreveu tudo na mesma noite, mas não mostrou a ninguém.

Agora, porém, ele não se conteve e publicou um resumo em seu blog, mas não sem pedir desculpas à amiga. “Desculpe, Jo, esse é o perigo de fazer amizade com um repórter investigativo – se você esquecer de usar as palavras mágicas ‘isso é em off’”, brincou.

Leia a seguir o que poderia ter acontecido com Harry Potter, Voldemort e outros personagens:


Para a Floresta Proibida

Harry marchou em direção ao campo onde Voldemort esperava com seu grupo de Dementadores. A cicatriz de Harry queimava brutalmente, salvando-o da dor de pensar muito profundamente sobre sua decisão, que provavelmente o levaria a nada além da morte.

Que mal especial, que mortal e desleal feitiço teria o Lorde das Trevas preparado para a destruição de Harry?  Voldemort havia caçado Harry por mais de uma década; sem dúvida Voldemort iria se armar com uma maldição especial muito mais poderosa e definitiva que a Avada Kedavra que falhara na tentativa de matar Harry quando criança.

Harry estava terrivelmente certo. O Lorde das Trevas, em sua clareira na Floresta Proibida, estava preparando um feitiço tão devastador quanto Harry temia, e muito mais horrível. Enquanto Harry caminhava para o encontro que fazia parte de seu destino, Voldemort passava sua varinha entre os frios Dementadores, mandando cada um dar um de seus beijos nela.

Voldemort, naquelas noites dolorosas e solitárias de seu exílio e recuperação, havia criado uma forma de lançar um beijo de Dementador com sua varinha, o beijo que tiraria a alma de sua vítima para sempre. E agora ele atingiria Harry com centenas deles. A recompensa de Voldemort seria maior do que assistir ao enterro de Harry. Ele teria Harry congelado no lugar, a vida de Harry envolta pela eternidade no momento de sua humilhação e derrota final, um monumento aterrorizante à vitória de Voldemort para que todos vissem para sempre. A alegria de Voldemort crescia a cada beijo de Dementador em sua varinha.

Harry podia sentir o frio sepulcral deles à medida que se aproximava e a força de seu desespero. Era algo sem esperanças, e ele estava indefeso perante isso. E ele sabia.

Mas, então, Harry sentiu a presença de um rapaz e de uma moça, embora não pudesse vê-los. Os dois fantasmas amavelmente ergueram seu corpo e levantaram seu espírito. Isso era, ele tinha certeza, o último resto de força vital de seus pais, fazendo um último sacrifício para se unir a ele em sua jornada final. Ele se permitiu um momento de felicidade pacífica, sentindo-os tão perto.

Então ele parou. Harry tremeu com um profundo arrepio de reconhecimento. Eles não eram seus pais. Eram os de Voldemort: o jovem Tom Riddle e sua noiva que, para esta ocasião, havia recuperado sua bela fisionomia original. Eles disseram, sem usar palavras, “nosso querido filho, não permitiremos que você seja ferido”.

Eram para ele essas palavras? Ou para Voldemort? De alguma forma, não parecia importar – elas pareciam tão bondosas quando tudo que ele precisava nesse momento era o amor dos pais.

Harry e os dois espíritos calorosos, se tornando mais aparentes, aproximaram-se da borda da agitada multidão de seguidores de Voldemort, que se afastaram, preparando para a vítima um caminho fácil para sua condenação.

A varinha de Voldemort havia retornado à sua mão branca e esquelética. O Lorde das Trevas a apontou com confiança para onde Harry certamente surgiria da multidão, não ainda para destruir Potter, mas para falar com ele, enquanto preparava-se para dar a Harry um discurso sobre a punição eterna prestes a atingi-lo.

Voldemort riu quando Harry chegou tropeçando. Mas, quando o Lorde das Trevas viu os espectros de seus pais, ele uivou como se fosse cortado ao meio. Com seu coração furioso em chamas, Voldemort imediatamente lançou os beijos mortais, berrando “Oppugno Mortimbessios!”. E todos os terrores vis dos Dementadores, em um clarão sem fim de sua varinha, correram em direção a Harry e aos espíritos ao seu lado.

Demorou apenas um centésimo de segundo para que a maldição de Voldemort alcançasse Harry. Mas, de alguma forma, o mundo pareceu desacelerar, a Terra parou de girar; todos no planeta ficaram imóveis, embora Harry tivesse noção que estava livre para se mexer. Harry havia preparado todos os feitiços escudo para sua defesa, mas agora eles todos eram visivelmente inúteis. Harry se viu incapaz de fazer qualquer coisa a não ser inclinar-se sobre um dos joelhos e abaixar a cabeça, preparando-se para aceitar a força do golpe e sua morte e fim.

Quando ele se ajoelhou, naquele momento quieto fora do tempo, as duas sombras voaram dele em direção a Voldemort. E Voldemort mudou. O vento gélido dos Dementadores, e o Tempo, moveram-se de trás para frente; e lá estava Voldemort, voltando para sua figura mais jovem, poderosa e assustadora.

A maldição atingiu a cicatriz de Harry, obliterando-a, e a seguir, em um rugido alto, ele sentiu a dor esmagadora de seu crânio se abrindo, e então a maldição de som agudo correu de sua cabeça – de volta para a varinha que a havia enviado.


Quando a maldição se virou contra ele, Voldemort continuou a rejuvenescer ainda mais, até que se tornou novamente uma criancinha, com sua mãe e seu pai ao seu lado. Quando perceberam que a força total do encanto do próprio Voldemort estava prestes a atingi-lo, seus pais colocaram seus reconfortantes braços ao redor do filho para protegê-lo do golpe final.

E então ele atingiu. E agora as três almas entrelaçadas, Tom Riddle, sua esposa e filhinho, permaneceriam para sempre sepultados naquele momento único, sem nunca poder ir embora.

E nunca querendo ir.


Hogwarts 2130 DC

O mestre, com sua pegajosa barba branca despenteada e sua cabeça careca e enrugada, coberta por um chapéu de feiticeiro inclinado, olhou com gratidão melancólica para a moldura vazia que ele tinha convencido o Ministério a colocar, apesar da relutância deste. Ele sabia que logo estaria vivendo naquele pequeno quadrado, gravado com o nome “Harry Potter”, separado de Albus Dumbledore apenas pelos retratos das mestras McGonagall e Chang.

O velho mago podia ouvir lá embaixo a movimentação na escola com os preparativos para seu 150º aniversário. Ele mudou Ginny, uma ave do paraíso, para um puleiro mais perto de sua mesa. Sua esposa, em vez de envelhecer, havia se transformado nesse belo pássaro, mas ainda insistia em dar um conselho não típico de um pássaro. “Harry, querido, você não pode perder sua própria festa de aniversário. E está tão agradável lá fora”.

De fato, o dia de verão havia trazido dezenas de pessoas fazendo piqueniques, que tinham vindo para colocar suas cestas e seus cobertores perto da luz acolhedora emitida pela estátua viva da família feliz com a criancinha. Ninguém além do velho mestre sabia quem estava preso naquela esfera brilhante. Quando os Dementadores foram libertados do encanto de Voldemort, eles, e na verdade todos os magos, com exceção de Harry e da sombra de Albus, tiveram apagadas todas as lembranças do Lorde das Trevas. Agora, mais de um século depois, a curiosidade a respeito da família na estátua havia terminado havia muito tempo. Harry havia simplesmente mandado colocar uma placa ali. Ela dizia apenas “Riddles”.

“Eu irei”, ele disse à sua emplumada esposa, “mas tenho que tomar conta do menino um pouco”. O tataraneto de Harry, ainda incapaz de falar, brincava silenciosamente no tapete com seu sapo de chocolate. Então, repentinamente, em uma raiva inexplicável, o pequeno Tom esmagou o animal feito de doce. Harry observou, e soube que o mundo todo logo escureceria novamente para as próximas gerações.

FIM


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Subject:Jeaniene Frost no Brasil! *does happy dance*
Time:03:40 pm


Eu sei que todos esses romances de Vampiro já mais do que saturaram o mercado literário e a única autoridade no assunto (apesar de não escrever mais sobre isso) é a Senhora Anne Rice. Maaaaasss... Agora a Série Night Huntress finalmente tá saindo no Brasil! Entrei na Leitura esses dias e a capa de "Halfway to the Grave" estava lá, linda, olhando para mim com uma belíssima tradução em português :~) Se os livros da J.R. Ward já me emocionavam com seus "Amantes", nada poderia ter me preparado pra isso. Sabia que a Jeaniene vir pra cá era só uma questão de tempo e que bom que agora todos terão o privilégio de ler essas autoras, porque NINGUÉM MERECE aguentar P.C Kast e Cia.

"Halfway to the Grave", que eu sempre traduzia como "Meio Caminho Andado para o Túmulo". A tradução do título ficou foda! Eu não li o livro em português, mas queria muito saber como ficaram as cenas tórridas (e lindas) do Bones e da Cat. Cara, A Jeaniene sabe tocar o coração com cenas calientes.

Nesse blog tem tudo sobre essa maravilhosa série.

http://suckerforvampires.wordpress.com/night-huntress/

Tem até uma entrevista com a Jeaniene, ela é uma fofa mesmo! Não vejo a hora da Amazon mandar o meu "One Grave at a Time" *.* Como será que vai ficar a tradução do título desse? "Uma Sepultura por Vez"? Bem, de qualquer forma ainda vai demorar pra esse sair no Brasil, mas por enquanto curtam muito e sejam felizes. Somos muito afortunados com autores como Nora Roberts por aqui, mesmo sendo as traduções tão caras =/ Saiu até o primeiro da Colleen Gleason, e ficou tão bonita a edição! Não entendi porque traduziram "The Rest Falls Away" como "O Legado da Caça Vampiros". Ficou estranho. Pena que não saíram mais da Colleen, onde já se viu deixar o pessoal chupando o dedo?

O maior defeito de se adquirir livros no Brasil é o preço. São MUITO caros! A edição é bonita, o papel é de primeira... Mas livros são mais do que aparência, então deveria-se investir numa forma de barateá-los. Como com as Júlias e Sabrinas da vida. É simplesmente um absurdo ter que pagar 40 reais por um livro! "Lá fora" eles custam muitas vezes menos de dez dólares! Até mesmo os que se encontram nas bancas por aqui são caros.

Mas esse post não é pra ser um manifesto, ainda mais que provavelmente ninguém vai ler.

E é isso aí :) Coincidências, coincidências, nesse momento estou lendo um dos livros da série Night Huntress. "Cat and Bones are combustible together". É isso aí, Charlaine Harris, couldn't have said it better.


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Subject:Mark Smeaton
Time:02:47 pm
Current Mood:calmcalm


"Ah! Mark, what moan should I for thee make more,
Since that thy death thou hast deserved best,
Save only that mine eye is forced sore
With piteous plaint to moan thee with the rest?
A time thou hadst above thy poor degree,
The fall whereof thy friends may well bemoan:
A rotten twig upon so high a tree
Hath slipped thy hold, and thou art dead and gone. "

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Current Music:Pull my finger
Current Location:The Band Van
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Subject:Ashley "Ash" Tyler
Time:11:55 pm
 

Ash, will you marry me? PLEASE. I promise I'll never call you Ashley. I love you. You play drums in my heart.

Lol. That's what loneliness does to you. But seriously, I would marry Ash. He is sweet <3
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Current Music:E.T. - Katy Perry
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Subject:Amanda Ann Rice - E.T.
Time:11:35 pm
Current Mood:sillysilly
Esse eu escrevi ontem à noite, sob o efeito da inspiradora música da Katy Perry. Juro que ela lembra AxS. Como eu poderia não escrever uma songfic com ela? Seria omisso! Então, tomei vergonha e resolvi fazê-lo e esse foi o resultado. Se ficou bom, elogiem a Katy. Essa música é perfeita e formou imagens até mais vivazes do que as que eu descrevi na minha pobre linguagem. 

Amanda 03 –

Aula dupla de Poções. Todos os alunos em agonia, inclusive ela. Mas o motivo da agonia de Amanda Ann Rice era bem outro.

Ele entrou na sala com aquele passo rápido, fingindo estar odiando tudo aquilo, todos eles. Andava, planava. Sua capa esvoaçando, seus cabelos pretos cheios de balanço, brilhando. Amanda fincou as unhas vermelhas no pulso e mordeu o lábio inferior.

You're so hypnotizing
Could you be the devil? Could you be an angel?
Your touch magnetizing
Feels like I am floating, leaves my body glowing

- Abram na página 180. – ele começou, com aquela voz ríspida, que fazia com que os pelos da nuca da garota se arrepiassem. Ele poderia pedir-lhe qualquer coisa, mas se contentava com que ela abrisse na página 180. Pois bem, ela abriria na página 180. E com um aceno de sua varinha, muito elegante por sinal, os ingredientes da poção começaram a aparecer no quadro.

They say be afraid
You're not like the others, futuristic lover
Different DNA
They don't understand you

Ela não tinha ideia de como cortar aquelas raízes. Picar? Cortar, apenas? Ele nunca era específico o suficiente. Amanda não ousaria perguntar. Seis malditos anos daquela disciplina e ela nunca seria boa o suficiente? Não ousava nem olhar para Snape. Mas ele começou a andar pela sala, seus sapatos fazendo um barulho agradável quando batiam no assoalho.

- Srta. Rice, o que está fazendo? Deve amassar a planta para tirar o sumo, e não cometer esse sacrilégio!

You're from a whole other world
A different dimension
You open my eyes
And I'm ready to go, lead me into the light

E ele foi ajudá-la, surpreendendo a todos. Encostou em sua mão, não de propósito. E isso foi o suficiente para enviar partículas de eletricidade por todo o corpo de Amanda, fazendo com que ela quase, por um instante, desmaiasse.

Kiss me, ki-ki-kiss me
Infect me with your love and
Fill me with your poison

Take me, ta-ta-take me
Wanna be a victim
Ready for abduction

E ela não resistiu. Aproximou ainda mais sua mão nervosa e trêmula da dele e a tocou, despudoradamente. Snape olhou-a nos olhos, como se estivesse perfurando-lhe a cabeça para ver seus pensamentos mais íntimos. Mas ela não se importava. Não queria esconder nada, pelo menos naquele momento. Era como se só houvesse eles dois naquela sala e ela queria agarrá-lo, possuí-lo.

Boy, you're an alien
Your touch so foreign
It's supernatural
Extraterrestrial

Antes que Amanda causasse um incidente, Snape se afastou e saiu, para checar e criticar o trabalho dos outros.

Snape, após um tempo, foi checar novamente o trabalho de Amanda. Sua poção apresentava uma coloração levemente violeta e ela não sabia se isso era um bom sinal. Snape se aproximou. Ele exalava uma energia morna, ou melhor, quase quente como uma floresta tropical... Parecia que ele respirava perto do cabelo de Amanda de propósito ao analisar o trabalho da garota.

You're so supersonic
Wanna feel your powers, stun me with your lasers
Your kiss is cosmic
Every move is Magic

O cheiro dele… Era almiscarado, ela não sabia definir, só sabia que queria devorá-lo naquele instante. Bastava ela se virar... E seus lábios se tocariam. Era desesperador. Amanda não ousava... Snape parecia não notar. Ela cravava as unhas na barra da saia até sentir dor.

You're from a whole other world
A different dimension
You open my eyes
And I'm ready to go, lead me into the light

E ele se voltou, assustando-a, olhando-a diretamente, tirando-a de seus devaneios.

- Srta. Rice. É um milagre, mas você conseguiu. Parece que seis anos de ensino não foram desperdiçados com você, ao contrário de algumas pessoas – e ele olhou para algum aluno aleatório e assustado da Lufa-Lufa. – Mas no futuro você precisa aprender a se virar sem minha ajuda.

E ele sorriu para ela, um sorriso secreto. Por quê? O coração de Amanda falhou duas batidas.

Kiss me, ki-ki-kiss me
Infect me with your love and
Fill me with your poison

Take me, ta-ta-take me
Wanna be a victim
Ready for abduction


E se foi, voltando para sua dimensão. Ah, não. Amanda jurou que dessa situação ele não sairia incólume.

Boy, you're an alien
Your touch so foreign
It's supernatural
Extraterrestrial


A aula acabou e estava sendo um tormento maravilhoso para Amanda. Ainda havia um pequeno intervalo antes da próxima, que seria Transfiguração. Era hora de atacar. Todos os alunos já haviam saído, e só Amanda ficara. Ela respirou fundo, reuniu coragem e não perdeu tempo, pois não havia muito. Amanda bateu na porta do escritório de Snape e entrou.

- Srta. Rice? O que ainda faz aqui? – ele perguntou, francamente espantado.

- Eu gostaria de discutir um assunto com o senhor, Professor Snape. Eu ando tendo muita dificuldade com Poções, e se o senhor tiver algum tempo livre, será que poderia me dar aulas extras?

This is transcendental
On another level
Boy, you're my lucky star

Snape riu, sinceramente achando graça.

- Vamos falar sério, certo, Amanda? – ele disse, incisivo. – Posso realmente confiar em você quando se trata de ficar sozinha comigo durante mais de uma hora? E “aulas extras”, você diz?

I wanna walk on your wavelength
And be there when you vibrate
For you I'll risk it all

- Snape... - Amanda se aproximou, aproveitando a brecha não intencional do Mestre de Poções. Ela chegou o rosto bem perto do dele, e como ele não fez nada para impedi-la, Amanda apenas disse, antes de concluir a ação:

- Eu não preciso realmente de aulas particulares, eu venho estudando como uma maníaca para impressioná-lo desde os meus doze anos. Às vezes nem durmo direito. Essa maldita matéria é muito difícil. Não, não confie em mim. Nunca.

E o beijou, o tomou, o possuiu, como se ele fosse sua propriedade e aquilo não pudesse, não devesse ser evitado.

Kiss me, ki-ki-kiss me
Infect me with your love and
Fill me with your poison

Take me, ta-ta-take me
Wanna be a victim
Ready for abduction

Snape a empurrou na mesa e derrubou tudo o que lá em cima jazia. Amanda não via mais nada, nada mais nesse mundo importava. A aula de Transfiguração já devia ter começado e dane-se, se necessário, ela nunca mais iria àquela aula! Ele hesitava, mas Amanda colocava as mãos dele em lugares que não deixaria nenhum outro tocar, jamais.

Boy, you're an alien
Your touch so foreign
It's supernatural
Extraterrestrial

Mas enfim, Snape se conteve. Ele se afastou dela, bruscamente, como se Amanda fosse uma sereia e ele fosse um marujo atraído para a morte.

Extraterrestrial

Amanda... - ele disse, arfando, de costas para ela e encostado na parede. – Saia daqui, agora. Por favor. Antes que eu... Antes que você faça algo de que se arrependa.

Extraterrestrial

Amanda estava indignada, seu corpo gritando pela conclusão do que havia sido começado. Se ela fosse inconsequente, lhe rogaria uma praga agora mesmo. Mas ela deveria entender... Ele só estava pensando no seu bem. Mas ela não era mais criança, e o fato de Snape não perceber isso a deixava profundamente infeliz.

- Eu jamais me arrependeria... – Amanda conseguiu articular. – Mas sei que vou me arrepender por essa oportunidade perdida para sempre.

E ela saiu, batendo a porta. Snape desabou em sua cadeira e segurou o rosto com as duas mãos, soltando um longo suspiro.

Boy, you're an alien
Your touch so foreign
It's supernatural
Extraterrestrial
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Current Music:ne me quitte pas - gadú
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Subject:Amanda Ann Rice 02
Time:09:43 pm
Current Mood:okayokay
AmandaxSnape, a saga. Random. Os dois são diferentes, mas têm mais em comum do que imaginam. Esse capítulo havia sido apagado do computador by mistake e eu tive que reescrevê-lo. Nunca pensei que fosse capaz de reescrever algo que já havia saído da minha mente. Acho que foi graças ao estímulo positivo da minha irmã, dizendo que eu era capaz e que sairia até melhor. Não sei se saiu melhor ou se saiu bom, aliás, mas saiu.

Amanda 02 -

Deitada à beira da piscina em sua cadeira de praia, Amanda Rice se perguntava se suas Férias de Verão poderiam ficar ainda mais enfadonhas. Mas é claro que ela não as passaria em casa, por maior que fosse a opulência de sua mansão. Amanhã Amanda e seus pais estariam viajando para a Turquia e de quebra mais alguns lugares nos arredores.

Mas nada parecia ter graça... Sem ele. Amanda se perguntava, o que ele estaria fazendo? Será que estava se bronzeando em alguma praia ensolarada?

A garota sentiu uma súbita onda de calor, e o sol não era o responsável. Ela sorriu e passou a língua nos lábios, respirando fundo para se recompor. Estendeu a mão até a mesinha branca de plástico ao seu lado para alcançar sua Piña Colada. Tomou um gole. “Perfeito”, pensou.

Severus Snape... Apaixonada por ele desde seus doze anos, então pelas suas contas, já fazia quatro anos. O que havia nela que, de alguma forma, o repelia?

Amanda era bonita e sabia disso. Esguia, relativamente alta, com seus cabelos longos e loiros, ela muitas vezes causava inveja em suas colegas, ganhando assim, algumas inimizades. Mas não havia motivo, pois Amanda não era esnobe, mesmo tendo o que todos gostam de chamar de “uma vida perfeita”.

E ela precisava de uma resposta. O que ele fazia enquanto ela jazia lá, pensando nele?

Amanda, então, foi tomada por uma súbita inspiração. Pegou seu roupão, vestiu-o e saiu correndo pela mansão em direção a seu quarto, quase derrubando o mordomo que carregava uma bandeja de copos.

Entrou no quarto e bateu a porta, acordando sua coruja, que dormia em cima de seu laptop. Amanda detestava quando Eilan escolhia justamente esse canto para dormir, mas dessa vez nem se importou, foi correndo até suas prateleiras e pegou uma caixa de madeira, que continha vários pergaminhos, uma pena e tinta.

Era isso. Ela escreveria para ele. Mas escreveria o quê? Não podia escrever frases tolas como “eu te amo”! Isso era direto demais, batido demais e ela já dissera tantas vezes e mesmo assim ele não parecia acreditar...

Amanda escolheu um CD de sua vasta coleção e colocou para tocar. A música era perfeita, justamente como ela se sentia.

Ne me quitte pas
Je ne vais plus pleurer
Je ne vais plus parler
Je me cacherai là
A te regarder
Danser et sourire
Et à t'écouter
Chanter et puis rire
Laisse-moi devenir
L'ombre de ton ombre
L'ombre de ta main
L'ombre de ton chien
Ne me quitte pas


Amanda suspirou. E começou a escrever a carta.

Snape,

Como pode ser gostar de alguém e esse tal alguém não ser seu? Peço tanto a Deus para esquecer, mas só de pedir, me lembro. Sinto que você é ligado a mim, sempre que estou indo, volto atrás. Estou entregue a ponto de estar sempre só, esperando um sim ou nunca mais...
E fico me perguntando, enquanto passo praticamente todas as horas do meu dia pensando em você, com o que você ocupa o seu? Amanhã vou para a Turquia, mas não estou muito empolgada.
Sei que sempre digo isso, mas nunca muda. Amo você.

A.R.


É, parecia razoável. Fora as lágrimas intrusas que caíram no pergaminho. Mas ela deixaria assim. Se fosse para reescrever a carta, ela deixaria de ser especial.

- Eilan, acorde, meu amor. – Amanda chamou a coruja, que piou, bicando-lhe o dedo indicador carinhosamente. – Tenho uma missão para você. É muito importante.

***
Estava mais calor que de costume e Snape estava realmente mal-humorado, em Grimmauld’s Place. A casa era abafada e não estava num estado de conservação muito bom. Snape pegou um livro da estante abarrotada, folheou-o e atirou-o contra a parede. Deixou-se cair na poltrona velha e apertou os olhos com o indicador e o polegar, suspirando.

Algo entrou voando pela sua janela, assustando-o. Uma coruja? Uma enorme coruja prateada! E de alguma forma, ele já a vira antes... Havia uma carta presa em sua pata. Curioso, ele desamarrou e leu.

Ao terminar, seu coração estava acelerado e suas mãos tremiam. A.R. Ele nem precisava pensar para saber o que significava essa sigla.

E a coruja estava lá, parada, a observá-lo. Então, ela piou. Ora, então a carta pedia uma resposta? Pois bem. Assim que Snape recuperasse o controle sobre suas emoções, ele escreveria.

***
Amanda entrou no quarto como uma bala. Sim, a viagem havia sido maravilhosa, mas ela só pensara na resposta àquela carta. Será que havia resposta?

E lá estava Eilan, dormindo em cima do Sony Vaio na escrivaninha. Amanda pensou em olhá-la com reprovação, mas ao ver um pergaminho amarrado na pata da coruja, esqueceu tudo.

Retirou o pergaminho nervosa, mas hábil, para não machucar Eilan. Afinal, ela era sua amiga e a ajudara. E havia chances de ser sua própria carta...

Mas não era... Amanda leu, sem sequer respirar.

Amanda,

Confesso que minhas férias não estão sendo as melhores e fiquei surpreso ao receber sua carta. Não vou dizer que não sinto nada por você. Não quero lhe dar falsas esperanças, nunca haverá nada entre nós, mas você me faz sentir como se eu realmente fosse o que você vê.
Aproveite sua viagem, traga-me alguma lembrancinha. Nunca fui à Turquia.

S.S.


Amanda terminou de ler e mal conseguia respirar, seu coração batia muito depressa. Então, Por mais que ele a desencorajasse, havia esperança! E ela riu, pois antes mesmo de saber, havia comprado presentes para ele...

Ela abraçou a carta, rodopiou e se jogou em sua cama, derrubando vários bichinhos de pelúcia. Sim, seria um ótimo ano em Hogwarts...
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Subject:Amanda Ann Rice 01
Time:09:40 pm
Current Mood:okayokay
Esse era um post privado, mas essas histórias ficaram, francamente, até boazinhas... E ninguém lê meu LJ, não há com o que eu me preocupar. 

Quem é Amanda Ann Rice? É uma personagem que eu criei para fazer par com o Snape. Acho que a Lily não o merece e ele precisa de uma mulher forte e decidida para curar seu coração partido, e é exatamente isso o que Amanda está fazendo. Mas há a grande diferença de idade e de mundos... Até agora muita coisa entre esses dois ficou só no terreno da imaginação, mas o que escrevi até agora foram essas três fics muuuuuito aletaórias. 

Amanda é aluna de Snape e nesse capítulo é o Yule Ball (Baile de Inverno?). Ela insistiu até o fim para que Snape a acompanhasse, mas ele não cedeu. E aí veremos no que dá. 

Amanda 01 –

O vestido dela era lindo e seus olhos azuis brilhavam. Sua mãe sempre fora mesmo sua amiga. Os bruxos, que não tinham noção do que era “Dolce & Gabanna” estavam encantados com o vestido branco perolado, a cauda arrastando no chão e o ombro esquerdo exposto. E os garotos mais encantados ainda com os contornos de seu corpo. Os cabelos ondulados e loiros ela prendeu num coque intrincado, cheio de voltas e com presilhas brilhantes em forma de flor. Radiante, Amanda Rice parecia uma princesa.

Mas só ele parecia não notar.

Ao descer as escadas para a sala onde acontecia o Baile de Inverno, sozinha, Amanda sentiu-se muito frustrada. Ele provavelmente cumpriria sua promessa de não acompanhá-la. Bem, é claro que não iria acompanhá-la! O que ela estava pensando?

E lá estava ele, andando pelo salão, parecendo um pássaro negro. O coração de Amanda começou a bater tão forte que parecia soar mais alto que a música. Era impossível que ele não estivesse ouvindo.

E talvez ele estivesse, pois olhou em sua direção e pareceu se surpreender. Os dois se olharam por um tempo e o coração de Amanda quase parou. Até que ele se virou e foi embora.

Ela percebeu que se esquecera de respirar e estava hiperventilando. Era uma ótima desculpa para ir tomar ar. “Talvez ele estivesse lá fora...”

E ela não o via em canto nenhum. Até que ouviu aquela voz... Sua voz... Era ele, conversando com aquele professor da Durmstrang?

- Está acontecendo novamente, como antes! – sussurrava Karkaroff, parecendo desesperado. – E logo, ninguém poderá negar!

- Eu já lhe disse, Igor, que não vejo motivos para discutir esse assunto – respondeu Snape, indiferente, abrindo a porta de várias carruagens na tentativa de surpreender alunos namorando.

E de repente, ele começou a correr em direção a uma delas, quase escorregando na neve. Era impossível ver o que se passava dentro do veículo devido ao vapor que cobria a janela. Snape abriu a porta indignado e tirou ponto dos dois alunos que estavam a aprontar sob a invigilância dos professores naquele dia de festa.

- É um sinal, Severus! Você sabe que é! – Karkaroff insistia, seguindo Snape, exasperado. Snape simplesmente continuava a ignorá-lo, abrindo a porta de tantas carruagens quantas conseguia.

- Não sei do que está falando. – ele respondeu.

- Ah é? – perguntou Karkaroff, desafiador. – Então talvez você não se importe em arregaçar as mangas?

- O quê? – Snape perguntou, ultrajado.

- Você não me engana, Severus! Está assustado! Confesse!

Snape apenas encarou-o, e disse:

- Eu não tenho nada a temer, Igor. E você? Pode dizer o mesmo?

Karkaroff apenas ia se afastando, com passos hesitantes. Amanda resolveu mostrar que estava lá.

Karkaroff foi quem a percebeu primeiro. Atônito, ele olhou para Amanda.

- Mas que diabos você faz aqui, menina?

Amanda ficou assustada com a reação do professor búlgaro.

- Eu... ora, eu vim tomar um pouco de ar...

- Vamos, deixe-a em paz, Karkaroff. Vamos embora, discutir isso em outro lugar...

Karkaroff parecia preocupado e Snape também. Antes que se retirassem, Amanda disse, num fio de voz:

- Professor Snape, posso falar com o senhor?

Snape sentiu um frio no estômago.

- Srta. Rice, não temos nada a conversar. Já disse que a sua nota foi justa e não quero discutir isso num dia de festa.

Nota? Que nota? Ele não iria se esquivar com uma desculpa tão esfarrapada!

- Professor... por favor.

Snape olhou para Karkaroff e fez um aceno com a cabeça pedindo a ele que se retirasse. Amanda, finalmente, ficou sozinha com o outro.

- Muito bem, fale. Antes que eu mude de idéia.

Agora que eles estavam sozinhos, as mãos da garota tremiam. Sua boca estava seca e ela não tinha ideia do que dizer. Percebeu que jamais tivera ideia do que dizer! Olhou para Snape em pânico.

- Não tenho tempo a perder. Com licença, Srta. Rice.

E se voltou para ir embora. Mas ela, num ímpeto, o agarrou pela cintura e o envolveu num abraço.

- Srta Rice!... Amanda...

- Você me deve uma dança... – ela disse, ainda agarrada a ele.

Delicadamente, ele retirou-lhe as mãos de sua cintura.

- Amanda... – ele olhou naqueles olhos azuis, tão apaixonados. Ela se recusava a soltar as mãos dele. – Só uma dança? Só uma dança e você esquecerá esse assunto? De uma vez por todas?

- Jamais, Professor Snape... Jamais... Eu o amo... Sempre o amei. Se você soubesse como é se sentir assim, o sofrimento... Se você me desse apenas esperança, eu esperaria por você, não importa quanto tempo...

Snape estava embaraçado e nervoso com todas aquelas declarações de amor desesperadas. E sim, ele sabia exatamente como era se sentir assim. E não ser correspondido. Ela devia estar sofrendo mesmo! E por que alguém o amaria tanto assim? Ela era só uma criança! Ele não queria magoá-la, mas não tinha jeito...

- Amanda, não posso lhe dar isso. – ele disse, enquanto gentilmente acariciava o queixo da garota com seu dedo indicador.

E para a surpresa da outra, ele a beijou nos lábios. Como ele poderia estar negando e afirmando ao mesmo tempo? O coração de Amanda parou.

Os lábios dele eram tão macios. Ela já havia imaginado esse beijo tantas vezes. E lá estava ela, quase levitando. Quando estava prestes a se fundir num desespero por mais avidez, Snape interrompeu.

- E é aqui que o que jamais deveria ter começado, acaba.

Sorte dela estar usando maquiagem à prova d’água. As lágrimas não paravam de sair.

Ele deu-lhe um beijo na testa. Um último beijo... E se foi.

E ela prometeu que, se não fosse ele, não seria ninguém.
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Time:03:14 pm
Current Mood:mellowmellow


Se enfim, você um dia resolver mudar
Tirar meu pobre coração do altar
Me devolver, como se deve ser

Ou então, dizer que dele resolveu cuidar
Tirar da cruz e o canonizar
Digo faço melhor do que lhe parecer

Teu cais deve ficar em algum lugar assim
Tão longe quanto eu possa ver de mim
Onde ancoraste teu veleiro em flor

Sem mais, a vida vai passando no vazio
Estou com tudo a flutuar no rio esperando a resposta ao que chamo de amor


 


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Subject:Harry Potter e as Relíquias Parte 2 =D Yay! (Spoilers)
Time:11:18 pm
Current Mood:happyhappy
 Hoje foi um dia confuso, mas legal. Assisti ao último filme de Harry Potter, finalmente. O triste é que eu sempre assistia na pré-estreia, mas dessa vez não deu :(

Como descrever esse último filme... Foi um tanto... tenso. Eu gostei, mas não adorei. Poderia realmente ter sido BEM melhor, mas cortaram elementos essenciais à trama. O John Hurt como sempre tava lindomaravilhsofofo, mas o que fez valer a pena, como nunca, em nenhum dos outros filmes... foi o Snape. Não me entendam mal, eu amo o Snape desde a primeira vez que li a primeira sentença que ele proferiu em "A Pedra Filosofal" Só que o Allan Rickman f*deu o personagem com aquela interpretação OOC dele. Era tudo, menos Severus Snape. Eu sempre saía do cinema me perguntando por que a mudança brusca. Tudo bem, Daniel Radcliffe também é tudo menos Harry Potter, sempre tentando dar uma de fodinha, Michael Gambon não sei o que é nem nunca saberei porque é tão ruim que nem consigo me lembrar (apesar de ele ser um bom ator). Mas enfim, na segunda parte das Relíquias da Morte, Allan Rickman conseguiu me fazer chorar. A morte do Snape foi digna de uma sala 3D com tela gigante e surround, foi... EPIC. Só alguém tão... digno merecia uma morte tão espetacular. E amei, simplesmente adorei a forma como o Harry coletou seus pensamentos! Foi tudo muito lindo. Lembrei da frase no livro "The green eyes found the black". Chorei, claro.

Os pensamentos de Snape ficaram muito confusos e desordenados, não esclareceram absolutamente nada e novamente cortaram muita, MUITA coisa essencial. Fiquei com muita raiva, mas Allan Rickman deu outro show! Na hora em que ele disse "Always." eu simplesmente irrompi em lágrimas.

A parte de Gringotes foi o máximo. Helena Bonham Carter estava um deleite se fazendo de Hermione, e com a voz da Emma Watson, huhauahauah xD Pobre dragãozinho, estava em estado pior que eu imaginava e eu concordo com a Hermy, era brutal. A parte de Gringotes, até eles saindo voando com o dragão, foi tudo, tudo incrível.

As batalhas foram fodásticas. O duelo da Molly com a Bellatrix não foi tão legal quanto no livro, mas o fim da louca, huhauahuahauahauaha. Uau, eu não esperava por aquilo.

Neville, magro? Neville, apaixonado por Luna? Cara, que cretinice. Mas tudo bem. O Neville simplesmente arrasou, ele foi tão... Neville. A morte da Nagini? Uau! Melhor que a da Bellatrix Lestrange!

Gostei mais da versão do diretor do beijo do Ron e da Hermione. Sério, ficou muito legal.

A Grey Lady virou uma idiota. A trama toda do diadema da Rowena ficou muito imbecil, meteram a Luna no meio, a Cho (PQP, que apelação!), mas acho que não tinha jeito mesmo. Eles vinham f*dendo tudo desde o começo, pra consertar o estrago não dava só com argamassa.

O QUE ACONTECEU COM O WORMTAIL? ALGUEM PODE ME EXPLICAR QUANDO ELE SE ENFORCOU COM O BRAÇO METÁLICO DELE? POR QUE NÃO ACONTECEU ISSO NO FILME PASSADO? ¬¬

Cadê a história que o Aberforth deveria contar? Ai, que ódio aquilo me deu. Tá, f***-se, mais um detalhe importante com o qual o diretor aparentemente não se importou.

O cabelo da Narcissa parece um animal morto e é difícil me concentrar quando aquela mulher aparece. Não sei de que livro tiraram aquela aparência, mas não foi assim que a Jo Rowling sempre descreveu.

A morte de Voldie? Legal, bem legal. Interessante o detalhe deles se atirando lá embaixo e puxando um a cara do outro. Erm, tá.

AMEI a parte da estação King's Cross, era exatamente assim que eu imaginava, adoro quando isso acontece *.* O bebê feio Voldie ficou tão horrendo, bem legal^^ Mas o melhor realmente foi o diálogo do Dumbledore com o Harry. Sábias palavras, adorei. Preciso assistir novamente inclusive por causa dessa parte.

No fim, 19 anos depois... Chorei litros. Lindo, lindo, lindo como deveria ser. E pela primeira vez achei o Daniel Radcliffe bonito. É, pelo jeito ele tem futuro! Amei a barriga de chopp do Ron xD

Overall, it was worth it. Eu chorei e aplaudi junto com todo mundo. Long live Harry Potter!
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